sábado, 27 de setembro de 2014

Veja como seu PC se conecta a rede em detalhes gráficos

 

http://www.techsupportalert.com/content/see-how-your-pc-uses-internet-incredible-detail.htm

Por vezes, a gente percebe que nosso sistema doméstico “ferve” com uma atividade aparentemente sem causa. Percebemos que o led do HD e os leds do roteador piscam tresloucadamente, e você nem está com o browser aberto; no máximo, um texto no Word ou coisa assim.

Claramente, essa atividade é devida a algum programa do Windows ou de um aplicativo instalado, um processo em background, que produz toda essa “conversa” entre o seu sistema e algum servidor perdido por esse mundo conectado.

Nessas ocasiões, gostaríamos de ver respondidas algumas perguntas básicas: quais são os programas que estão consumindo sua conexão de Internet, com quem estão conversando, e quanta largura de banda “isso” está ocupando ?

Glasswire é um aplicativo gratuito que apresenta a atividade da sua rede em um formato gráfico de fácil entendimento, e ao mesmo tempo, monitora seu tráfego em busca de indícios de comportamento não usual, que indique a presença de malware ou possíveis violações à sua privacidade. Qualquer atividade suspeita produz um alerta imediato, com informações detalhadas sobre a ocorrência.

O download é um executável de 15 MB, limpo de virus e malware, de acordo com VirusTotal, e pode ser obtido em www.glasswire.com.

A instalação é “direta”, sem tentativas ou “ofertas” para a instalação de software adicional (e indesejado).

Funcionalidades:

· Visualize a quantidade de dados usados por cada protocolo da internet (web, email, ftp, etc.)

· Acesse sua atividade de rede atual e passada, segmentada por tipo de tráfego, aplicação e localização geográfica. Glasswire permite que você descubra quais programas estão enviando e recebendo informações pela Internet, e com quais hosts a comunicação está sendo mantida; o componente “network security monitor“ mantém uma lista de domínios e endereços IP reconhecidos como ameaças conhecidas;

· Glasswire também atua como Firewall, podendo facilmente bloquear e desbloquear o acesso à Internet de aplicações específicas;

· Glasswire monitora a atividade de rede de seus servidores, produzindo alertas para ameaças potenciais.

Os detalhes gráficos são realmente de cair o queixo. É de se estranhar que seja (ainda) gratuito. Seguem algumas telas:

G01

G02

G03

G04

G05

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Monitoramento profissional de rede - grátis e sem limites.

 

Saudações. Há algum tempo atras, eu devo ter me registrado na Axence, para baixar e testar um software de monitoramento de redes (gratuito). Recentemente, eu recebí um “e-mail propaganda”, ou “e-mail promoção”, como queiram, dando conta de um novo produto, o nVision.

Destaco aos leitores que: (1) eu não baixei, e (2) não testei. Ainda assim, fico imaginando onde está a “pegadinha”; me parece bom demais para ser verdade.

Deixo a divulgação do nVision Free.

Axence nVision Free garante mapeamento e monitoramento de um número ilimitado de dispositivos, permitindo também monitorar usuários, inventário, helpdesk e dispositivos de controle de acesso. A aplicação é totalmente gratuita, mesmo para uso comercial!

http://axence.net/en/axence-nvision-free/

domingo, 24 de agosto de 2014

Recuperando arquivos com o Backup automático do Windows 7

 

Este “post” representa o conteúdo de 2 artigos diferentes, que se complementam um ao outro.

Primeiro, o mais básico:

O Backup automático (e desconhecido) do Windows 7

http://www.techsupportalert.com/content/automatic-windows-7-file-backup-you-didn-t-know-you-had.htm

Updated 22. November 2011 - 13:57 by v.laurie

O Windows 7, e algumas edições do Windows Vista, possuem uma funcionalidade muito útil, e pouco conhecida, chamada de “Versões Anteriores”. Ativado pelo System Restore ou pelo Windows Backup, “Versões Anteriores” realiza uma cópia de backup, automática, de arquivos individuais e pastas monitoradas, uma vez ao dia, mantendo um histórico de alterações ao longo do tempo.

As cópias de backup (shadow copies) não podem ser acessadas diretamente; para consultar as versões anteriores, clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo ou pasta desejado, e selecione a opção “Restaurar versões anteriores”. Uma caixa de diálogo será apresentada, relacionando as versões prévias do objeto.

No exemplo abaixo, o folder “Fontes” é verificado. Somente datas onde ocorreram alterações são apresentadas.

EVT1

EVT2

Existem botões que permitem diferentes tipos de operação sobre a versão anterior do arquivo ou pasta selecionado: o botão de “Copiar” oferece ao usuário a possibilidade de criar uma cópia da versão selecionada, e salvá-la em uma localização diferente. A opção de “Restaurar” irá substituir a versão corrente do arquivo ou pasta com o conteúdo da versão prévia selecionada.

 

Estratégias para recuperação de arquivos

http://www.techsupportalert.com/content/use-these-tricks-recover-lost-files-windows-7.htm

Updated 2. January 2014 - 2:52 by v.laurie

Acredito que a maioria de nós já passou pela situação de ter apagado um arquivo, para amargar o arrependimento mais tarde. Sem cópia externa, e sem a opção de contar com um software de recovery, é a hora de apelar às funcionalidades do sistema operacional. Partindo do pressuposto de que o System Restore esteja habilitado, o Windows 7 possui uma ferramenta pouco conhecida de backup automático de arquivos e pastas, chamada de “Shadow Copies”. Esse serviço cria cópias de backup chamadas de “Versões Anteriores”. Para recuperar uma versão anterior, você deve, necessariamente, se lembrar do nome do arquivo removido, e em que pasta ele estava.

Estratégias para a recuperação (teste: recuperar arquivo Network.ini da pasta Util):

· Abra a lista de versões anteriores da pasta que contém o arquivo perdido;

· Selecione a versão da pasta em uma data em que ainda continha o arquivo apagado;

· Você pode usar o botão “Copiar” para gravar todo o conteúdo da pasta (na sua versão antiga) em outro lugar, separado da pasta original, para então, selecionar e copiar o arquivo em que você está interessado. Cuidado: se você clicar no botão “Restaurar”, todos os arquivos da pasta atual serão substituídos por suas versões anteriores, o que pode ser algo bem indesejável.

· A operação de “Copiar” irá abrir uma caixa de diálogo, onde você pode escolher o lugar de destino da sua cópia.

EVT3

Observe atentamente o resultado da opção “Abrir” (ou clique duplo sobre a primeira pasta da lista): voce tem a sensação de que o Explorer abriu a sua pasta original, mas não se engane; repare no cabeçalho (caminho) da pasta, no destaque em vermelho. Esse é o acesso real à Shadow Copy de versão imediatamente anterior.

EVT4

Uma segunda opção:

· Crie uma “versão dummy” do arquivo apagado, com mesmo nome e extensão do original, localizado na mesma pasta. O conteúdo deste arquivo é irrelevante.

· Clique com o botão direito do mouse sobre o arquivo dummy.

· No menu de contexto, clique em Propriedades;

· Clique na aba “Versões Anteriores”

· Com sorte, uma lista de cópias de backup do seu arquivo perdido será apresentada; selecione a cópia desejada (provavelmente, a mais recente), e clique no botão “Restaurar”.

sábado, 9 de agosto de 2014

Mapeamento gráfico da cobertura de sinal Wi-Fi

 

http://www.ekahau.com/wifidesign/ekahau-heatmapper

Ekahau Heatmapper é um software desenvolvido para PCs que tem por meta mapear a cobertura de sinal Wi-Fi de um determinado espaço. Em termos de funcionalidades, é muito similar ao Inssider, ou seja, ambos permitem localizar pontos de acesso, redes disponíveis, publicam respectivos MAC address, SSIDs, canais de uso e tipo de segurança implementadas.

http://tiforbetter.blogspot.com.br/2012/03/rastreador-de-redes-wi-fi-gratuito.html

A proposta do Heatmapper é demonstrar a cobertura do sinal sobre um mapa ou grid. Se por algum acaso do acaso você tiver um mapa da sua casa ou apartamento no formato jpeg ou similar, ótimo, muito bem. Caso contrário, você joga no meu time, e vai partir do zero, mesmo, e usar a funcionalidade “grid”.

O link abaixo mostra um vídeo de utilização, nos casos de importação de mapa:

https://www.youtube.com/watch?v=67TcxZs7rMo

A instalação do heatmapper não oferece dificuldades nem complicações. No entanto, para mapear a área, você deve caminhar pelo espaço, clicando com o botão esquerdo do mouse; então, a opção é instalar em um notebook (caso contrário, não faz muito sentido).

No acionamento, selecione “I don´t have a map image – work with a grid”.

Eka1

· Comece a caminhar pelo espaço (casa, apartamento, etc.).

· Clique com o botão esquerdo sempre que você virar, parar ou começar a caminhar.

· Clique com o botão direito do mouse quando acabar.

Você pode fazer quantos mapeamentos quiser, embora o site do fabricante alerte para uma limitação máxima de 15 minutos (não entendi se é o tempo total, ou 15 minutos de mapeamento por vez). As telas seguintes mostram as minhas duas tentativas de mapeamento de uma residência com um único roteador wireless. Acho que a segunda tentativa ficou um pouco melhor; existe realmente um ponto conhecido de degradação de sinal, mostrado à esquerda do mapa; a identificação dos demais pontos de acesso evidencia claramente que não estamos sozinhos no universo Wi-Fi ... estamos, mais precisamente, completamente cercados de sinais !

Minha avaliação pessoal: fiquei bastante animado, inicialmente, com a ideia de “mapeamento gráfico da cobertura de sinal”; grande era a minha expectativa. Mas, ao fim dos dois “surveys”, verifiquei que não existem mais quaisquer outras funcionalidades no programa (além de gerar um print de tela do mapa resultante). O site do fabricante deixa claro que o heatmapper é o “irmão mais novo” do Ekahau Site Survey (produto pago) e do Wi-Fi planning and site survey tool (produto pago). Imagino que esses produtos devam ser “de arrebentar”; nunca ouvi falar de nada parecido antes.

Eka2

A segunda tentativa (abaixo) foi um pouco melhor.

grid2

Compreendo que, sendo o produto gratuito, minha expectativa foi um tanto exagerada. Para nós, simples mortais da informática, acho que o “irmão mais novo” se esgota muito rapidamente. Espero sinceramente que vocês gostem.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Gerenciando Pontos de Restauração no Win 7 e 8

 

http://www.techsupportalert.com/content/creating-and-managing-windows-7-and-8-system-restore-points-really-easy-way.htm

Updated 19. May 2014 - 23:33 by v.laurie

A funcionalidade de criar pontos de restauração automáticos é uma ferramenta importante para o funcionamento do Windows. Infelizmente, o caminho padrão fornecido pelo sistema operacional para o acesso, consulta e manutenção dos pontos de restauração envolvem um certo número de passos. Existe uma forma melhor, mais simples, mais rápida e organizada de criar, remover e manter pontos de restauração.

A aplicação é chamada de Restore Point Creator, mas ele vai além da simples criação de pontos de restauração. Um ponto importante é a manutenção dos pontos de restauração já existentes, e da alocação de espaço default em disco, destinado a armazenar os restore points.

O site do desenvolvedor é

http://www.toms-world.org/blog/restore_point_creator.

Vídeo tutorial disponível em

http://www.toms-world.org/blog/restore_point_creator/help-videos

Existe uma versão com instalador e um download de 423 KB em formato zip para acionamento portátil. A versão portátil não requer instalação, mas o seu acionamento cria um arquivo de log no folder a partir do qual é executado. Roda em maquinas a partir do Windows XP, mas requer .NET Framework 4.0, e usuário com privilégios de administrador.

Acionando o aplicativo em Win 7, a primeira tela que chama a atenção, além da interface, é um aviso sobre o espaço alocado no sistema para o armazenamento de pontos de restauração. Existe a opção do Auto Fix, e da configuração manual.

Rest01

Ao selecionar Fix Manually, a seguinte opção é apresentada:

Rest03

Tomei o caminho de não alterar essa configuração, e passei a examinar a interface do programa propriamente dita:

Rest02

Pode até ser considerado “coisa de nerd”, mas achei interessante poder visualizar restore points criados pelo Revo Uninstaller.

Para remover pontos de restauração, basta selecioná-lo e clicar com o botão direito do mouse:

Rest04

Após algumas deleções, fiquei curioso para verificar o espaço restante de alocação. Acesse o menu System Restore Point Utilities, e clique em View Disk Space Usage:

Rest05

Pode ser coisa de nerd, mas eu particularmente gostei de saber a taxa de espaço restante para a realização de futuros restore points. Um programa simples, mas nem por isso simplório.

 

 

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Como migrar seus dados para um HD maior

 

http://idgnow.com.br/ti-pessoal/2014/02/19/dica-saiba-como-migrar-seus-dados-para-um-hd-maior/

Acontece com todo mundo: de repente o HD de seu PC começa a parecer pequeno demais para todos os documentos, fotos, filmes e músicas que você armazena. Você faz uma pesquisa online, e descobre que os preços de HDs “imensos” são muito menores do que você imaginava. Um clique e dois dias depois você tem em mãos um espaçoso HD novinho em folha, e uma dúvida: como migrar os dados do HD antigo para o novo?

Você até pode plugar o HD novo ao seu computador e arrastar os arquivos do HD velho para ele, mas este é um processo lento, tedioso e propenso a erros. E se o novo HD for o disco primário (ou “de boot”) da máquina, você também precisará de uma forma de copiar o sistema operacional, seus aplicativos e os dados relacionados. A melhor solução? Clonar o disco antigo.

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Primeiro você vai precisar conectar o HD novo e o velho ao PC simultâneamente. Se seu computador é um desktop, tem uma baia de 3.5” sobrando e você não se incomoda em mexer dentro dele, basta conectar o novo HD como um disco secundário. O manual do seu computador, ou da placa-mãe, deve ter instruções sobre como fazer isso.

clonadisco_case-580px.jpg
Detalhe de um "case" externo. Ele é como um "estojo" (daí o nome) com uma porta USB

Mas se você não gosta muito da idéia de ficar fuçando, ou se seu computador não tem uma baia livre, você pode transformar temporariamene seu novo HD em um disco externo. Para isso você precisará de um adaptador SATA-USB, ou um “case” USB, que podem ser encontrados em lojas de informática por menos de R$ 50. Eu recomendo o case, já que depois que terminarmos o processo você pode colocar o HD antigo nele e transformá-lo em um disco externo. 

Com os dois discos conectados ao PC e reconhecidos pelo sistema, você vai precisar de software para fazer a clonagem. Eu recomendo o EaseUS Todo Backup Free, que além de gratuito é fácil de usar. E além da clonagem ele também faz backup em imagens de disco, então é uma boa ferramenta para ter sempre à mão.

clonadisco_easeus-580px.jpg
Com o EaseUS Todo Backup instalado, clique em Clone (1), Disk Clone (2) e siga as instruções na tela

O processo é simples: instale e rode o programa, e clique em Clone no painel à esquerda. Então clique em Disk Clone e siga as instruções na tela. Mas preste atenção: na última página do assistente, antes de clicar em Proceed (prosseguir), redimensione as partições no disco de destino (arrastando a divisória indicada abaixo) para tirar proveito de todo o espaço no disco novo. Senão ele terá exatamente o mesmo “tamanho” do original, e o espaço extra será desperdiçado.

clonadisco_resize-580px.jpg
No último passo do assistente, redimensione a partição de destino (arrastando a divisória
indicada totalmente para a direita), para tirar proveito de todo o espaço no novo HD

O processo de clonagem via USB pode demorar horas, especialmente se o HD de destino estiver conectado a uma porta USB 2.0. Vá dar uma volta, tirar uma soneca ou assistir um filme. Talvez todos os três. Deixe o computador sozinho e volte algumas horas depois.

Quando tudo estiver terminado, desligue o PC, retire o velho HD interno e coloque o novo em seu lugar, conectado exatamente da mesma forma. Ligue a máquina e aguarde o boot para ter certeza de que tudo funciona. O primeiro boot pode demorar um pouco até que o sistema se acostume ao novo hardware, mas depois disso não deve haver problemas.